terça-feira, 23 de novembro de 2010

Reformas no túnel da Conceição em Porto Alegre/RS


Nesses slides, são apresentadas sugestões de atividades baseadas em um artigo referente às reformas do túnel da Conceição, em Porto Alegre/RS.
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Projeto - Gêneros textuais: Poesias e Instruções




Esta é uma sugestão de planejamento desenvolvido para trabalhar-se com poesias e instruções, em uma turma de 4º ano.

Tema do projeto: Gêneros textuais: Poesias e Instruções
Título: Poesias e Instruções – diferentes tipos de textos.
Período de duração: 1 semana
Faixa Etária: 4º ano (9 anos)
Professoras: Ana Lúcia, Thamy e Waleska

1. JUSTIFICATIVA
O trabalho com gêneros textuais é de grande importância para o aprendizado das crianças. Propor atividades contextualizadas e que envolvam diferentes tipos de texto é preciso para que os educandos compreendam essa diversidade e a finalidade de cada um.
Como vimos já no semestre anterior, é necessário apresentarmos aos alunos outros textos que não histórias, contos de fada, gibis, etc. Não que esses sejam desnecessários, pois também servem para muitos objetivos, mas é preciso ensiná-los com poesias e instruções, por exemplo. Esses e outros tipos de textos fazem parte dos objetivos propostos pelo PCN de Língua Portuguesa:
• ler autonomamente diferentes textos dos gêneros previstos para o ciclo, sabendo identificar aqueles que respondem às suas necessidades imediatas e selecionar estratégias adequadas para abordá-los;
• produzir textos escritos, coesos e coerentes, dentro dos gêneros previstos para o ciclo, ajustados a objetivos e leitores determinados; (PCN vol. 2, 1997. p.79 e 80)

Partindo desses objetivos escolhemos abordar os seguintes tipos de texto: instruções e poesias. O primeiro refere-se a um gênero denominado ‘prescritivo’ o qual tem a finalidade de explicar como fazer algo. No caso desse planejamento, em específico, trataremos de instruções de jogos e da importância dessas para o bom andamento dos mesmos. Também iremos propor que as próprias crianças elaborem as regras de um jogo criado em sala de aula a fim de que elas exercitem a escrita desse tipo de texto.
O segundo tipo de texto se encontra no gênero ‘literário’ que serve para proporcionar prazer em sua leitura. Nesse planejamento iremos trabalhar com poesias, leitura e interpretação das mesmas, bem como a criação de poesias pelos alunos. Ao trabalharmos com esse tipo de texto queremos proporcionar momentos prazerosos de escuta, leitura e escrita, além de desenvolvermos a criatividade e ampliarmos o vocabulário da turma.
Portanto,
Os gêneros são determinados historicamente. As intenções comunicativas, como parte das condições de produção dos discursos, geram usos sociais que determinam os gêneros que darão forma aos textos. (PCN vol. 2, 1997. p.23)

É isso que buscamos com o nosso planejamento, mostrar para a turma que os textos tem uma função social e que os gêneros escolhidos servem para finalidades diferentes. Além disso, realizaremos atividades contextualizadas para que os objetivos traçados sejam alcançados.

2. ÍNDICE
- Para que servem as regras dos jogos?
- Como elas são elaboradas?
- O que pode ser tema de uma poesia?
- Toda poesia precisa rimar?
3. Objetivo Geral
Conhecer e fazer uso de alguns gêneros textuais (poesia e instruções) para a compreensão das especificidades e diferenças que elas apresentam, bem como ampliar a linguagem oral e escrita.

4. OBJETIVOS ESPECÍFICOS
- Identificar as características da poesia e das instruções;
- Ampliar o vocabulário;
- Desenvolver o gosto pela leitura e pela escrita;
- Estimular a criatividade;
- Desenvolver a motricidade fina através da escrita;
- Produzir poesias para desenvolver sentidos e significados relacionados às suas vivências, com base em autores conhecidos;
- Interpretar poesias;
- Construir poesias destacando rimas, dando sonoridade e ritmo ao texto;
- Compreender o uso das metáforas;
- Elaborar as instruções de um jogo criado em sala de aula.
5. CONTEÚDOS
5.1. CONTEÚDOS CONCEITUAIS
- Gêneros textuais: poesia e instruções;
- Leitura e escrita;
- Compreensão leitora;
- Vocabulário;
- Jogos.
5.2. CONTEÚDOS PROCEDIMENTAIS
- Leitura de poesias;
- Construção de poesias;
- Elaboração de poesias com rimas e metáforas;
- Interpretação de poesias;
- Leitura de imagens;
- Elaboração de instruções e construção de um jogo.
5.3. CONTEÚDOS ATITUDINAIS
- Trabalho em equipe e individualmente;
- Apreciação de poesias;
- Participação nas atividades propostas;
- Interação e socialização com os colegas.

6. METODOLOGIA
- Leitura de poesias;
- Produção de poesias a partir da leitura de imagens;
- Produção de poesias compostas por rimas e metáforas;
- Interpretação de poesias;
- Confecção de um jogo e elaboração de suas instruções;

7. AVALIAÇÃO
A avaliação será processual e contínua, levando em consideração o interesse e a participação do educando. Será feito um registro, contendo as considerações relevantes em relação a cada um dos alunos durante a realização das atividades.

8. REFÊRENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO/Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais (1ª a 4ª série). Volume 2: Língua Portuguesa. Brasília: MEC/SEF, 1997;

CENTRO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM EDUCAÇÃO, CULTURA E AÇÃO COMUNITÁRIA.Na Ponta do Lápis;Prol Gráfica; São Paulo,2009.

CENTRO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM EDUCAÇÃO, CULTURA E AÇÃO COMUNITÁRIA.Poetas da Escola;Prol Gráfica; São Paulo,2010.
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Principais períodos da EJA no Brasil


A educação de jovens e adultos é uma etapa consideravelmente nova no cenário educacional do Brasil, embora já existissem iniciativas no período colonial e do império. Foi somente após muitos anos, contudo, que surgiu essa modalidade como parte integrante da educação e tendo então apoio governamental.
Nos tempos do Brasil colônia a educação de adultos era voltada para assuntos religiosos sem grande finalidade educacional e no período do império surgiram algumas reformas que priorizavam o ensino noturno para os adultos analfabetos. Durante muito tempo as aulas noturnas eram o único meio de ensino para adultos que quisessem aprender a ler e escrever. Na constituição de 1934 já havia textos que mencionavam a importância de ofertar educação para os adultos, mas é só na década seguinte que isso ocorre de forma concreta.
É com o desenvolvimento industrial que, lentamente, vai surgindo uma maior valorização dessa etapa de ensino tendo diferentes focos: valorizar a língua falada e escrita (com o objetivo de dominar as técnicas de produção), adquirir a leitura e escrita (para ascender socialmente), valorizar a alfabetização de adultos (como um meio de progresso do país e ampliação de pessoas aptas para votar). Por volta dos anos 40, então, é que a educação de adultos se instaura como política educacional e se detecta um alto índice de analfabetismo. Para combater essa situação o governo cria um fundo destinado a alfabetização dos adultos e em 1942 surge o Fundo Nacional de Ensino Primário, além disso, surgem outras iniciativas locais e estaduais.
Após a ditadura Vargas, em 1945, surge a UNESCO e com ela a solicitação para que os adultos analfabetos sejam ensinados. O governo, no ano de 1947, criou a Campanha Nacional de Educação de Adultos que propunha alfabetizar os adultos em três meses e com isso inicia-se a discussão sobre analfabetismo e educação de adultos no país. Tal iniciativa surgiu por dois motivos: pelo fato de se estar vivendo no período pós-guerra (no qual a ONU recomendou os países para terem atenção a educação de adultos) e pelo fim do Estado Novo (período em que o país vivia uma redemocratização e estava carente de mais eleitores). Contudo, essa campanha não obteve os resultados esperados a não ser pelo estado de Pernambuco que tinha Paulo Freire na sua delegação. Ele propunha que educador e educandos se comunicassem, que se adequasse a metodologia para atender as classes populares e com isso logo se tornou referência na alfabetização de adultos. Com a mobilização da sociedade começaram a surgir mais iniciativas públicas para promover a educação para esse público. Assim nos anos 50 existia a “educação libertadora/conscientizadora”, a qual foi proposta por Paulo Freire, e a “educação funcional/profissionalizante”. As ideias dele foram incorporadas pelo país a fora, sua metodologia ganhou notoriedade em âmbito nacional e Freire também foi reconhecido pelo seu trabalho com educação popular e de adultos.
Paulo Freire fora encarregado de planejar um Programa Nacional de Alfabetização de Adultos, mas com o golpe militar de 1964 esse trabalho de alfabetização passou a ser visto como uma ameaça. Então essas experiências foram desaparecendo e desestruturando-se, além disso, o educador foi exilado. Isso, contudo, não impediu que Freire continuasse a difundir, no exterior, sua proposta de alfabetização conscientizadora de adultos. A partir daí os programas de alfabetização passaram a ser assistencialistas e conservadores, deixando para trás aquela proposta problematizadora e conscientizadora que Paulo Freire propusera. Já na década de 70 surge o MOBRAL (Movimento Brasileiro de Alfabetização) com uma proposta bem ao oposto das ideias freireanas e que contou com bastante investimento por parte do governo federal. Esse movimento tinha como objetivo alfabetizar funcionalmente os adultos, ou seja, os educandos adquiriam técnicas elementares de leitura, escrita e cálculo. Surgiu, após um tempo, uma proposta integradora de ensino a qual tinha como objetivo a conclusão do antigo primário. Depois, com a lei 5692/71, instaura-se o Ensino Supletivo e a educação para jovens e adultos ganha, pela primeira vez, um capítulo específico na legislação brasileira.
No ano de 1985 o MOBRAL chega ao fim e surge a Fundação EDUCAR, que ao invés de executar projetos preferiu apoiar as experiências existentes. Foi com a Constituição de 1988, entretanto, que jovens e adultos tiveram o direito garantido à educação básica e gratuita. O ano de 1990 foi o ano internacional da alfabetização, realizou-se uma conferência mundial e nela foi aprovada a Declaração Mundial sobre Educação para Todos, a qual destacava a educação de jovens e adultos. Nesse mesmo ano a Fundação EDUCAR foi extinta e após isso o MEC criou o PNAC (Plano Nacional de Alfabetização e Cidadania) que visava mobilizar a sociedade para a questão da alfabetização de crianças, jovens e adultos através de órgãos do governo e ONGs. Nos anos 90 a EJA tinha como desafio criar uma política e metodologias criativas; já internacionalmente, essa etapa de ensino tornou-se importante para fortalecer a cidadania e a formação cultural. Todavia, em 1996 uma emenda na Constituição fez com que o ensino fundamental não fosse mais obrigatório para jovens e adultos. Com isso o governo não precisava computar as matrículas do supletivo no montante dos alunos do ensino fundamental. A partir de uma mobilização nacional surgiram fóruns estaduais de EJA e mais tarde o MEC criou uma Comissão Nacional de EJA para fortalecer a mobilização.
Atualmente os fóruns são interlocutores da EJA no país além de proporcionarem discussões e ajudarem a aprofundar o que significa a educar jovens e adultos no Brasil de hoje. É preciso conceber esse meio de ensino como multicultural e considerar cada educando em suas particularidades, buscando integrar os conhecimentos prévios com aqueles a serem adquiridos nas aulas. A EJA, portanto, deve ser vista como uma oportunidade para quem não teve acesso anteriormente a educação e nunca pode ser encarada com indiferença ou discriminação. Essa etapa de ensino serve como divisor de águas na vida de muitas pessoas, logo, deve ser bem entendida, estudada, levada a sério e ensinada com uma metodologia própria para que o público que a frequenta possa ter experiências realmente significativas.

(clique na figura abaixo para visualizar a linha do tempo da EJA)
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O educador da EJA


Atividade proposta com o objetivo de identificar as principais características da formação/perfil dos/as educadores/as da EJA.

Segundo um dos artigos pesquisados, os educadores da EJA não possuem uma formação específica para atuar junto a esses alunos, portanto muitas vezes acabam se conformando e ministram as aulas de uma maneira pouco significativa. Esse mesmo artigo, encontrado no site “Cereja”, afirma que a maioria dos educadores são mulheres e que essas professoras se deparam com desigualdades. Isso ocorre pois a EJA não tem o merecido valor e seus educadores são vistos como uma classe excluída pela sociedade. Ainda nesse artigo é possível constatar que, para muitos professores, atuar nessa etapa de ensino é um “bico” para ganhar uma renda extra.
Alguns educadores acabam por infantilizar esse público de estudantes, propondo atividades que deveriam ser aplicadas com crianças. Ao ler comentários em um dos artigos pesquisados constatei que o uso de materiais didáticos infantis é comum em diversos lugares e que isso é um dos fatores de evasão dessa modalidade escolar.
Enfim, considero importante que se tenham melhores políticas públicas para investir nessa etapa de ensino a qual atende um público que está retornando para as salas de aula. Por diversos motivos esses discentes se afastaram da escola quando crianças ou adolescentes, portanto é preciso rever a postura de todos os envolvidos com a EJA para promover um aprendizado verdadeiro e significativo. Outro ponto importante é em relação as atividades propostas pois sempre falamos, independentemente da idade dos alunos, que elas devem ir de encontro com a realidade dos educandos, ou seja, estar contextualizada e entrelaçar os conhecimentos prévios/populares com os conhecimentos científicos.

Referências bibliográficas:
http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/modalidades/infantilizar-estudantes-eja-432129.shtml?comments=yes#mostrar
http://www.pedagogiaemfoco.pro.br/jovens01.html#meto
http://www.faculdadesocial.edu.br/dialogospossiveis/artigos/11/14.pdf
http://www.cereja.org.br/arquivos_upload/saltofuturo_eja_set2004_progr5.pdf
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Comentário sobre o texto "Método Paulo Freire"


Comentário sobre o texto: "MÉTODO PAULO FREIRE: UMA CONTRIBUIÇÃO PARA A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA" o qual foi trabalhado em aula.

Após ler o texto "MÉTODO PAULO FREIRE: UMA CONTRIBUIÇÃO PARA A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA" pude perceber de forma clara e direta o que esse educador fez referente a educação de adultos. Posso dizer que ele deu o "pontapé inicial" para a mudança nessa etapa de ensino, tendo em vista que propôs uma metodologia bem diferente das já instauradas na sociedade brasileira.
Achei bem interessante saber que Freire começou a "testar" suas ideias com grupos pequenos de adultos analfabetos que depois foram aumentando progressivamente, até chegar aqueles trezentos trabalhadores rurais alfabetizados em um mês e meio. Além disso, a metodologia desse educador ganhou destaque nacional e mesmo quando exilado Paulo Freire não deixou de espalhar suas experiências para outros países. As ideias de conscientizar os adultos e tirá-los da alienação eram muito difundidas na metodologia freireana bem como a questão do diálogo. Freire defendia que educador e educandos deviam conversar, trocar experiências e juntos produzir conhecimentos novos além de valorizar os conhecimentos e vivências de cada um.
A metodologia proposta pelo educador Paulo Freire foi aceita até antes da ditadura militar, onde tornar adultos analfabetos em pessoas críticas passou a ser uma ameaça ao país. Indiferentemente a isso, os métodos freireanos buscavam alfabetizar os adultos a partir de palavras significativas para eles e isso com certeza era inovador pois começava-se a dar voz e vez para adultos que nunca foram valorizados. Essas ideias inovadoras surtiram efeito uma vez que muitos adultos foram alfabetizados e puderam compreender coisas simples do cotidiano como ler receitas, pegar um ônibus, escrever uma carta.
Enfim, com essa metodologia de palavras geradoras, Paulo Freire buscava mostrar aqueles analfabetos que eles tinham conhecimento e que suas vivências serviam para ajudá-los a aprender a ler e escrever. Com isso muitos adultos puderam transformar suas vidas aprendendo significativamente e se alfabetizando, pois sempre é tempo de aprender e todos tem esse direito.
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Plano de aula sobre SERES VIVOS


Assunto desse planejamento: SERES VIVOS
Público alvo: alunos do 2º ano do Ensino Fundamental (7 anos)

Objetivos:
- Escutar e respeitar os colegas, participando das atividades e expondo suas ideias;
- Pesquisar informações sobre algum dos animais da história;
- Desenvolver a escrita e a leitura;
- Escrever um texto informativo;
- Confeccionar cartazes e um “livro”/“revista” sobre os animais pesquisados.

Metodologias:
1) Contação de história sobre animais (“Os bichos grandões”), conversa sobre a mesma, desenho e produção de frases;
2) Em duplas/trios ir ao laboratório de informática (se possível) e/ou na biblioteca da escola e pesquisar sobre algum desses animais da história. Pesquisar sobre seus hábitos e outros fatos que julgarem importantes;
3) Ainda nos trios/duplas elaboração de um breve texto informativo, com ilustração deles, sobre o animal pesquisado. Apresentação para a turma de todos os animais pesquisados e elaboração de cartazes sobre os mesmos;
4) Montar um “livro” ou “revista” com os textos informativos que os alunos fizeram;
5) Propor que, para integrar o “livro”/ “revista”, cada dupla/trio crie um passatempo (cruzadinha, adivinhações, caça-palavras, sete erros, liga-pontos, etc.) sobre animais.

Avaliação:
Cada aluno será avaliado pela sua participação individual e coletiva, bem como pelo seu interesse, respeito e colaboração com os colegas nessas atividades.
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Mapa conceitual



Ao iniciarmos nossos estudos sobre mapas conceituais, a professora da disciplina pediu que cada aluna fizesse um mapa conceitual com um assunto de seu interesse pessoal. Fiz o meu sobre o que estou vivendo desde a minha gravidez e chegada da tão esperada Isabela!


Acadêmica: Thamy R. A. de Souza
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Educação Geográfica: A Psicogenética e conhecimento escolar

Comentário sobre o texto ("Educação Geográfica: A Psicogenética e o conhecimento escolar") que foi trabalhado em aula.

O texto traz um novo meio de se perceber a geografia o qual achei bem interessante e inovador. Concordo com o artigo pois essa disciplina é encarada como informações a serem decoradas e sua aplicação, fora da sala de aula, não é compreendida. Conceber a geografia de acordo com o que o texto propõe é um novo meio de ensinar os alunos, além de proporcionar aprendizagens mais significativas. É preciso auxiliar as crianças a lerem o mundo, apresentando diversos conceitos e fazendo ligações entre todos os assuntos pertinentes a essa área de ensino. Os professores precisam mudar sua metodologia e didática para que a geografia passe a ser vista de uma maneira nova e integrada a outras disciplinas pois assim as experiências de ensino terão maior significado.
Muito interessante, também, a ligação com as ideias piagetianas pois fica fácil entender o porquê de muitos conceitos. Perceber que a geografia não é composta de aprendiazagens repetitivas é um grande avanço nessa área e assim os professores podem desenvolver atividades inovadoras. Portanto, é preciso compreender que para se ter aprendizagens significativas cabe aos educadores fazerem a ligação entre os conhecimentos prévios dos educandos e os conhecimentos acadêmicos. Ter a consciência de que as crianças passam por processos de assimilação, equilibração e acomodação é imprescindível para entender como as crianças aprendem.
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