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terça-feira, 23 de novembro de 2010

Reformas no túnel da Conceição em Porto Alegre/RS


Nesses slides, são apresentadas sugestões de atividades baseadas em um artigo referente às reformas do túnel da Conceição, em Porto Alegre/RS.
div style="width:425px" id="__ss_5876376">Slides sobre a atividade
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Educação Geográfica: A Psicogenética e conhecimento escolar

Comentário sobre o texto ("Educação Geográfica: A Psicogenética e o conhecimento escolar") que foi trabalhado em aula.

O texto traz um novo meio de se perceber a geografia o qual achei bem interessante e inovador. Concordo com o artigo pois essa disciplina é encarada como informações a serem decoradas e sua aplicação, fora da sala de aula, não é compreendida. Conceber a geografia de acordo com o que o texto propõe é um novo meio de ensinar os alunos, além de proporcionar aprendizagens mais significativas. É preciso auxiliar as crianças a lerem o mundo, apresentando diversos conceitos e fazendo ligações entre todos os assuntos pertinentes a essa área de ensino. Os professores precisam mudar sua metodologia e didática para que a geografia passe a ser vista de uma maneira nova e integrada a outras disciplinas pois assim as experiências de ensino terão maior significado.
Muito interessante, também, a ligação com as ideias piagetianas pois fica fácil entender o porquê de muitos conceitos. Perceber que a geografia não é composta de aprendiazagens repetitivas é um grande avanço nessa área e assim os professores podem desenvolver atividades inovadoras. Portanto, é preciso compreender que para se ter aprendizagens significativas cabe aos educadores fazerem a ligação entre os conhecimentos prévios dos educandos e os conhecimentos acadêmicos. Ter a consciência de que as crianças passam por processos de assimilação, equilibração e acomodação é imprescindível para entender como as crianças aprendem.
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A vaca foi para Porto Alegre, mas em que lugar??


Sugestão de aividade a partir de NOTíCIAS DE JORNAL.

1 OBJETIVO: possibilitar a vivência de situações concretas de aprendizagem , através da utilização de noticias atuais de jornal para montagem de situação didática a ser aplicada com alunos e alunas das series iniciais do EF.

2 METODOLOGIA: a metodologia a ser desenvolvida será de oficinas pedagógicas com vivências de situações concretas e aprendizagem

Atividade: A vaca foi pra Porto Alegre, mas em que lugar?

Série escolhida: 3ª

Atividade: Pesquisa sobre locais que estão abrigando a Cow Parade.

Objetivo: Conhecer alguns bairros de Porto Alegre através de pesquisa e trabalho coletivo.

Metodologia:
* dividir a turma em grupos e sortear as vacas (essas estarão divididas por bairros em que se encontram). Cada grupo deverá descobrir onde estam localizadas aquelas vacas e, se possível, ir pessoalmente observá-las;
* fotografar e/ou desenhar as vacas do seu grupo;
* fazer uma pesquisa sobre o bairro em que se encontram essas obras de arte urbana;
* nome do bairro, pontos turísticos, curiosidades, entrevista com moradores, como é o bairro, o que tem nele (escolas, comércio, casas, prédios) etc;
* elaborar cartazes, maquetes ou outros meios para apresentar o trabalho em sala de aula para a turma.

Avaliação: Será processual já que esse trabalho não pode ser feito em um dia. Além disso os alunos serão avaliados pelo seu comprometimento, cooperação, criatividade e envolvimento em todas as etapas da atividade.

Fonte da notícia utilizada:
http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1§ion=Geral&newsID=a3069545.xml

Por dentro da CowParade

O que é a CowParade?
É o maior e mais bem sucedido evento de arte pública no mundo. As esculturas de vacas em fibra de vidro são decoradas por artistas locais e distribuídas pelas cidades, em locais públicos como estações de metrô, avenidas e parques. Após a exposição, as vacas são leiloadas e o dinheiro é entregue para instituições de beneficentes.

Por que vacas?
Há algo de mágico sobre a vaca. Ela representa coisas diferentes para pessoas diferentes ao redor do mundo: é sagrada, é histórica, mas o sentimento comum é de carinho. Ela simplesmente faz todos sorrirem. Servindo como uma tela de arte, não existe nenhum outro animal ou objeto que fornece a forma, flexibilidade e amplitude de uma vaca. As três formas (de pé, pastando, repousando) fornecem aos artistas ângulos e curvas para criarem obras de arte únicas. Seu modelo também permite que ela seja caracterizada. Ela pode se transformar em, outros animais, pessoas ou objetos.

Quem são os artistas?
As vacas são pintadas por artistas locais. Pintores, escultores, artesãos, arquitetos, designers e outras pessoas criativas e artísticas são bem-vindas para apresentarem um projeto para a seleção, desde amadores e desconhecidos até profissionais e famosos.

Para onde as vacas vão após o evento?
As vacas são leiloadas e a renda é revertida para entidades beneficentes. Os leilões da CowParade são realizados como leilões de arte tradicional com o lance ao vivo."
A entidade beneciafa em Porto Alegre será o FUNCRIANÇA.

Para saber mais acesse o site oficial desse grande evento de arte urbana:
http://www.cowparade.com.br/poa/
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terça-feira, 16 de novembro de 2010

Atividade de Ciências Sociais

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sexta-feira, 12 de novembro de 2010

As grandes metrópoles


Texto reflexivo sobre as metrópoles
Nos dias de hoje, vivemos em grandes metrópoles, caracterizadas por apresentarem uma paisagem constituída por muitos prédios, trânsito intenso e pessoas “aglomeradas”. Devido a isso, a poluição do ar, sonora e auditiva tomaram conta das grandes cidades.
Devido à correria do dia-a-dia, as pessoas não têm mais tempo de relacionarem-se umas com as outras, causando, desta forma, um distanciamento entre elas.. As crianças não saem mais para brincar nas ruas, onde os carros e a criminalidade tomam conta, restringindo o espaço de divertimento a parques privados. Adultos não recebem mais os amigos em suas casas como antigamente, pois encontram-se em shoppings, restaurantes e em outros lugares privados e, muitas vezes, comunicam-se apenas pela internet.
A população das metrópoles é caracterizada por pessoas de classes sociais diferenciadas. Os miseráveis são pessoas que vieram da área rural para a cidade devido à mecanização do trabalho e, sem escolaridade, passaram a viver nas ruas.
Ricos, pobres e trabalhadores ocupam espaços diferenciados nas cidades. Enquanto os ricos ocupam espaços nobres, os pobres vivem em espaços constituídos por favelas.
A contínua construção de prédios caracteriza a verticalização das metrópoles. As paisagens naturais estão se extinguindo cada vez mais devido a isso e o pouco que há dela, está sendo apropriada pelas construtoras que destinam suas construções para um público elitizado e para o comércio. Em conseqüência disso, as pessoas pobres acabam sendo excluídas, perdendo um espaço que antes era de toda a população.
Enfim, com o passar dos anos, se continuarmos nesse ritmo de vida, a paisagem natural desaparecerá totalmente e viveremos em cidades sombrias, onde os prédios impossibilitarão a luminosidade do sol e as pessoas estarão cada vez mais distanciadas.
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segunda-feira, 27 de setembro de 2010

O ensino da geografia nas escolas

Esta análise reflexiva foi elaborada a partir dos textos “Ler e escrever a geografia para dizer a sua palavra e construir o seu espaço” e “Ler a paisagem, o mapa, o livro...Escrever nas linguagens da geografia”, extraídos da obra “Ler e Escrever – Compromisso de todas as áreas”, organizado por Iara Conceição Bitencourt Neves, Jusamara Vieira Souza, Neiva Otero Schäffer, Paulo Coimbra Guedes e Renita Klüsener.

- ANÁLISE REFLEXIVA

O ensino da geografia nas escolas tem se alicerçado em conteúdos pré estabelecidos como: relevo, clima, vegetação, população e economia dos lugares, que são abordados de forma solta, ou seja, o professor repassa informações contidas nos livros didáticos sem fazer com que os alunos pensem além daquilo que está escrito neles.
Para que a criança aprenda geografia e utilize esse conhecimento no seu dia-a-dia, é necessário que o professor ensine de uma forma contextualizada, fazendo assim com que seu aluno consiga estabelecer relações daquilo que está aprendendo com aquilo que ele presencia em seu cotidiano.
Uma das preocupações dos professores é a de “vencer os conteúdos” e por isso, acabam apenas repassando as informações contidas nos livros, sem ao menos trocar idéias ou conhecimentos com seus alunos. Ao apenas repassar as informações, fica bastante difícil que o aluno, por si só, estabeleça as relações daquilo que foi ensinado com aquilo que ele percebe em seu dia-a-dia. Para que o aluno consiga fazer a leitura da paisagem, é preciso que o professor saia do conceito de mera reprodução do que está visível, fazendo uma prévia leitura desse local
É preciso que os professores compreendam que a geografia não pode ser ensinada abordando apenas conteúdos geográficos, pois o espaço é resultado da ação do homem e está em constante transformação. Compreendendo o que está por trás desse espaço, fica mais fácil da criança, do jovem e do adulto, no caso da EJA, estabelecer relações com o mundo em que vive. A escola precisa conscientizar-se de que fazemos parte de um universo globalizado, com diferentes linguagens e códigos, e deste modo, precisa interagir com todas elas, através de diálogos.
A leitura (conhecimento e interpretação do espaço geográfico) e a escrita (representação deste espaço), em geografia, fazendo interface com outras disciplinas, permite ao aluno adquirir uma visão de mundo, reconhecendo e estabelecendo seu lugar no espaço geográfico, inserindo também a noção de uma possível exclusão.
Quando o professor ensina geografia, deve instigar seus alunos a lerem o mundo, ou seja, a observarem os espaços e perceber que aquele lugar tem influências históricas e que aquilo que ele está observando é o resultado da sociedade em que vivemos. Além disso, o educador deve proporcionar um momento de conversas, de trocas entre ele e os alunos, buscando fazer com que todos participem e posicionem-se diante daquilo que está sendo abordado.
Um dos objetivos da EJA é a formação de cidadãos, sendo assim, é necessário que esses estudantes sejam estimulados a dominar a palavra escrita para o conhecimento de si e do mundo, resgatando, desta forma, sua identidade e construindo sua cidadania.
Na leitura da geografia, tanto para a criança, quanto para jovens e adultos, deve-se valorizar as experiências vividas, trabalhando através de diversas fontes (texto, música, produção de mapas, etc), de forma problematizadora e reflexiva, instigando, desta forma, a criatividade e a curiosidade, estabelecendo a autonomia do pensar e do fazer.
Enfim, para que o ensino de geografia tome outro rumo senão o da disciplina “ decorativa”, é preciso que os professores conscientizem-se de que muitas mudanças são necessárias e que estas somente serão efetivada quando eles trouxerem para dentro da sala de aula o mundo de fora dela.
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